Álbum de Família: jantar vegano no Solar do Poente.
Bambu e torta de chocolate: uma explosão de sabores!!!
http://arteesentido.blogspot.com/p/album-de-familia.html
Semana Acadêmica da Filosofia
A filosofia permanentemente põe e re-põe à racionalidade a possibilidade de reflexão sobre a condição/natureza humana. A pergunta-guia, entre muitas outras, “para onde caminha a humanidade?”, remete para reposicionar o horizonte de humanização no contexto atual. A filosofia não quer oferecer todas as respostas a esta questão. Inclina-se a pôr e a manter a pergunta e a oferecer perspectivas de resposta em diálogo com outros saberes e conhecimentos. É neste espírito que a VI Semana Acadêmica da Filosofia oferece à comunidade um espaço de reflexão sobre o humano e suas possibilidades.
Inscrições pelo site: http://www.ifibe.edu.br/semana/
Local: Auditório do CET (antigo IFCH), Universidade de Passo Fundo.
Contato:
54 3316- 8330 – e- mail: filosofia@upf.br
54 3045- 3277 – e- mail: ifibe@ifibe.edu.br
A natureza das obras de arte
No texto “A arte, sua natureza, sua história”, René Huyghe afirma que a arte é “indispensável ao indivíduo e às sociedades” (1986, p. 11). Ela é parte integrante de um conjunto de registros humanos que representam o avanço da humanidade. Obras de artes são, acima de tudo, testemunhas de uma época e são por elas que, segundo Huyghe “o homem aprende a conhecer-se melhor” (1986, p. 12).
Quando falamos em arte devemos considerar a enorme rede de relações que conectam a diversidade de suas formas de expressão. O ambiente no qual as obras de arte são criadas exerce um importante papel no modo como a mesma se comunica com o mundo. Uma obra de arte, após ser revelada ao mundo, torna-se independente e, uma vez introduzida na sociedade, seu impacto pode ser profundo e imprevisível, permanecendo no tempo e tornando-se referência para futuras gerações.
Huyghe (1986, p. 36) acredita que uma obra de arte, independente do contexto onde se origina, é capaz de refletir e exprimir com exatidão o homem de sua época, permanecendo viva e podendo ser interpretada por outras gerações, ainda que de outra maneira e com outro propósito. A arte mostra-se como um espelho que reflete os desejos e temores da humanidade que, por vezes, são também os sonhos, as perturbações e ideais do artista. Uma obra de arte constitui-se por um conjunto de elementos diversificados que, ao se fundirem, criam uma unidade. Uma obra depende da articulação entre fatores como: realidade exterior, materiais, técnica, possibilidades plásticas da matéria e pensamentos e sentimentos que movem o artista. Tais fatores se reforçam e opõem-se simultaneamente, assegurando o equilíbrio final da obra.
A arte por ser de natureza intrínseca às expressões humanas está comumente relacionada às intenções voluntárias e conscientes como também às impulsões experimentadas e assumidas pelo artista. A técnica e o conjunto das potencialidades plásticas da matéria permitem ao artista dar forma a tudo o que nele se impacienta, transpondo para a sensibilidade o que foi previamente desejado.
HUYGHE, René. A arte, sua natureza, sua história. In: HUYGHE, René. Sentido e destino da arte. Vol. I. São Paulo: Edições 70, 1986.
“O menino do dedo verde”.
O grupo “Arte, sentido e história” parabeniza o grupo Ritornelo de teatro, em especial os amigos Tarso Heckler e Guto Pasini, pelo espetáculo infanto-juvenil “O menino do dedo verde”. E, convida a todos para conhecerem a incrível história de Tistu, um menino que, definitivamente, não é como todo mundo!
Dia: 06 e 07 de Agosto, às 16 h, no teatro do SESC – PF


